Magnus estava ferido, e sentia uma dor terrivel na perna. Philiph vendo-a cambalear, foi em cima dela e a segurou pelos braços, sinalizando para Magnus. Este se ergueu, apoiando-se na espada, seus olhos brilhavam de ódio. Ele foi até Luce, dando um rápido beijo em seus lábios, correu em direção Clarisse, que se debatia nos braços de Philiph. Margareth parara e observara tudo sem reação. Percebi em seu olhar que temia a todos. De repende, Paul aparece. Assustado, ele olha ao seu redor. Ele puxa Margareth, segurando-a enquanto chorava. Magnus ajudou a segurar Clarisse sinalizando para Luce.
- É com você, querida. - disse baixo, porém compreensivel apenas pra ela.
Luce andou em direção a mulher, ainda emanando poder, com suas asas brilhosas. Tão brancas que ofuscava qualquer coisa naquele local. Luce se aproximou ainda mais, o ódio estava por todo seu corpo. O sentimento era tão forte e arrebatador que de repente suas asas tonaram-se cinzentas, escurecendo cada vez que se deliciava com a ideia de ve-la morta. Luce pegou a espada e chegou bem proximo de Clarisse. Durantes um segundo Luce percebeu o que estava prestes a fazer. Luce fechou os olhos forçando-se a continuar. A espada estava roçando o perto de da mulher, assim como fizera com ela. Luce repetia cada movimento ainda mais gloriosamente. E parou.
- A diferença entre você e eu... é que... eu não sinto prazer em ser víbora - sibilou Luce olhando fundo nos olhos de Clarisse. Ela podia ouvir os gritos de sua mãe e o desespero de Margareth, ainda anexados em sua mente. Então por que ela nao conseguia continuar? Luce olhou, aflita os olhos de Magnus e murmurou baixo - Eu não posso, não vou me igualar a ela... Sei que ela merece, eu a odeio mais que qualquer outra pessoa. Essa - Luce esboçou um sorrisinho malicioso e encheu a boca para continuar - vadia. Mas se eu a matar tão friamente, tão deliciada com o sofrimento dela, me tornarei tão vadia quanto ela. - Luce parou novamente e desferiu um grande tapa na face de Clarisse - Mas não iria deixar passar isso.
Aos poucos as asas de Luce ficaram brancas, o ódio passara, mas a espada já havia ferido a víbora madrasta. Que estava arfando. Luce jogou a espada no ar e viu que quando a mesma voltou acertou em cheio o peito de Clarisse, que gritou tão alto que fez Luce se encolher um pouco. A garota olhou assustada, querendo saber como fizera aquilo então uma voz melodiosa soou em seu ouvido era sua mãe ela dizia Eu sempre estou contigo, meu orgulho. Philiph também ouviu. Pois a olhou com um sorriso estonteante nos lábios.
- Viu? - ele disse. - Não importa o quanto você pense, você nunca está sozinha.
Luce assentiu para seu anjo e ordenou que soltassem seu pai. Os outros vampiros balançaram a cabeça e foi aí que Luce entendeu o que Clarisse havia feito. Ela interfiriu na mente deles. De cada um deles. Luce ignorou a todos por um instante, assim que viu Magnus, olhando-a ela o abraçou com ternura, passando os braços envolta da nuca dele e tocando seus lábios com suavidade nos dele. Beijando-o...
Agradecimento especial a Adrian (Diego) um garoto que conheci a pouco tempo no fake. E que me ajudou a fazer essa pequenina história em um único dia. Amei mesmo. Parceiro \o/

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