Foge pra cá. Se teltransporta sei lá, mas vem. Deixa eu te esquentar, beijar e acariciar sua pele, seu corpo e alma. Te trazer a calma. A paz de um dia olhando o mar e uma noite de estrelas, como pequenos diamantes a brilhar. Me deixa navegar, por teus sonhos passear.
Foge pra cá, mas sem hora pra voltar. E se partir, há de vir a ser aconchegante ao menos o seu cheiro na minha pele, cobertor e travesseiro. Me deixa o desejo e a esperança de te ver, de um jeito novo, voltar. E essa ânsia de nos teus braços ficar.
Foge pra cá, esquenta esse meu lado frio da cama. Ah, esquece o frio lá fora, esquece o trânsito, a tua hora de acordar. Vem, que eu te trago o café da manhã na cama, mas isso deixa para quando amanhecer. Por enquanto, penso só no eu e você. Pode me chamar de louca, mas ainda mais doida é necessidade de beijar tua boca e inebriar o quarto com seu cheiro e sabor. Faz um favor? Esquece tudo o que não te faz bem.
Só vem.
Se apaixone pelo máximo de coisas possíveis, pelo desabrochar da flor, pelo som do mar, pela liberdade e principalmente pela possibilidade de se apaixonar. - Ma Maciel
domingo, 30 de agosto de 2015
Uma chamada às duas da manhã.
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