Querido John, se lembra de quando fizemos a promessa de que seria para sempre? Eu disse que seus braços eram um porto seguro para meu coração, enquanto você dizia que era um homem de sorte por estar comigo e para você nunca teria fim. Em nossa primeira queda você jurou que se em alguma loucura algo viesse a nos separar sempre encontraríamos um meio de voltar ao começo, seríamos como Romeu e Julieta, um amor impossível, porém real.
A maior ironia é que aconteceu e eu me vi sendo a menina que roubava livros a fugir para a cidade do sol, a procura de alguma pista, o caçador de pipas, algo que me ajudasse a encontrar uma forma de voltar pra você. Louco não?
Quando pensei em desistir foi quando eu te encontrei, entre a montanha e o rio, você segurou novamente minha mão e disse que era um homem de sorte por estar comigo novamente, apenas ali, entre o silêncio das montanhas que nós, mesmo com nossos 50 tons, falávamos em sussurros, às vezes só com olhares o quanto aquela promessa anterior era verdade, me fazendo acreditar que o lado bom da vida é ao seu lado. E sempre será.
Ah, se um dia acontecer algo parecido, direi que a culpa é das estrelas e passarei por tudo um milhão de vezes mais, só para poder ter você comigo. Por que mesmo em minhas noites de tormenta, você meu pequeno príncipe, na verdade, foi e é a melhor parte de mim.
PS: Eu te amo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário