+’ Aprendi a ser guerreira bem antes de aprender a andar, falar ou até mesmo saber quem eu sou, como sou, qual meu nome. Soube a sensação do que é sonhar antes mesmo de dormir. Comecei a perseguir o desejado, antes mesmo de realmente desejar algo. Comecei por coisas bobas, como, por exemplo escrever, começando por meu nome e agora estes textos. Aprendi a lutar pelo que acho certo, pela minha opinião, pelo que preciso e quero. Tentei - arduamente - confessar meus pecados, meus erros, por pior que fossem. Alguns consegui, outros, guardei para uma pessoa especial. Um alguém que não me julga, um alguém que me conhece tão bem, que não é necessário usar minha voz para ele saber tudo o que passa em meu interior. Já pedi perdão por algo que fiz e até mesmo pelo que não fiz. Já me arrependi de proferir uma palavra no momento errado, que, certamente, feriu em cheio um alguém. Já fui ferida por um uso errado de uma única palavra vinda de alguém que eu amava.
Eu já sabia o que era amor antes mesmo de descobrir que aquilo que sentia tinha esse nome. Já odiei, amando. Já amei, odiando. Já devo ter feito alguém sofrer, e já sofri com esse sentimento. É incrível como uma única palavra pode mudar o sentido completo de uma frase e destruir de uma única vez o coração de alguém. Ou os sonhos.
Já fiz minhas confissões aqui. Já derramei lágrimas contando-as. Já ri com o meu passado, com todas as besteiras que fiz. Já chorei horrores ao perder alguém que amo até hoje e já me conformei de certa forma. Admito ser um tanto frágil para sentimentos. Mas você não verá isso. Como disse no início sou uma guerreira. Tenho minha armadura, e essa mostra a você o sorriso. Sim, aquele sorriso que esconde a lágrima. Fiquei tantas vezes pensativa, lembrando daquele momento, daquela pessoa. Daquelas palavras. Já sonhei com anjos, e quis ser um. Desejei tantas vezes que esses sonhos fossem realidade. Já tornei realidade alguns. Já quis não acordar, e também, não sonhar. Mas já senti vontade de viver, essa vontade prevalece a cada minuto e não vou deixar que ela adormeça.
Eu já sabia o que era amor antes mesmo de descobrir que aquilo que sentia tinha esse nome. Já odiei, amando. Já amei, odiando. Já devo ter feito alguém sofrer, e já sofri com esse sentimento. É incrível como uma única palavra pode mudar o sentido completo de uma frase e destruir de uma única vez o coração de alguém. Ou os sonhos.
Já fiz minhas confissões aqui. Já derramei lágrimas contando-as. Já ri com o meu passado, com todas as besteiras que fiz. Já chorei horrores ao perder alguém que amo até hoje e já me conformei de certa forma. Admito ser um tanto frágil para sentimentos. Mas você não verá isso. Como disse no início sou uma guerreira. Tenho minha armadura, e essa mostra a você o sorriso. Sim, aquele sorriso que esconde a lágrima. Fiquei tantas vezes pensativa, lembrando daquele momento, daquela pessoa. Daquelas palavras. Já sonhei com anjos, e quis ser um. Desejei tantas vezes que esses sonhos fossem realidade. Já tornei realidade alguns. Já quis não acordar, e também, não sonhar. Mas já senti vontade de viver, essa vontade prevalece a cada minuto e não vou deixar que ela adormeça.
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